SETEMBRO
Setembramo-nos, meu mundo.
Hoje, dia 1,
o tempo vai começar a refeição de um novo mês;
as folhas das árvores já pensam que não falta muito
para serem asas castanhas no peito da terra;
o céu olha para baixo – aguarda a sonata de adeuses.
Hoje, dia 1,
olho para as sílabas e consoantes
da palavra Setembro
e respiro-as,
balouçando-me em mim, lentamente,
entrelaçado com perguntas que não me apetece fazer,
a mim e ao mundo.
Hoje, dia 1,
mais um número, mais um mês, mais rio de mim percorrido.
Come, tempo, os frutos do novo mês.
Ficarei contente enquanto mos fores dando a provar.
Hoje, vestidos de dia 1,
setembramo-nos, meu mundo.
Soares Teixeira – 01 de Setembro de 2026
(© todos os direitos reservados)
Setembramo-nos, meu mundo.
Hoje, dia 1,
o tempo vai começar a refeição de um novo mês;
as folhas das árvores já pensam que não falta muito
para serem asas castanhas no peito da terra;
o céu olha para baixo – aguarda a sonata de adeuses.
Hoje, dia 1,
olho para as sílabas e consoantes
da palavra Setembro
e respiro-as,
balouçando-me em mim, lentamente,
entrelaçado com perguntas que não me apetece fazer,
a mim e ao mundo.
Hoje, dia 1,
mais um número, mais um mês, mais rio de mim percorrido.
Come, tempo, os frutos do novo mês.
Ficarei contente enquanto mos fores dando a provar.
Hoje, vestidos de dia 1,
setembramo-nos, meu mundo.
Soares Teixeira – 01 de Setembro de 2026
(© todos os direitos reservados)
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